Designer brasileira em Portugal conta quais são as exigências de sua clientela
Você já se perguntou como as preferências de design de interiores mudam de um país para outro? Para a designer brasileira Erika de Carvalho, fundadora da Casa Alta Design, a resposta é clara e intrigante.
Erika, que atua em Lisboa e no Porto, tem observado um padrão interessante entre seus clientes brasileiros. Segundo ela, a clientela do Brasil tende a dar mais atenção às áreas externas das suas casas. Em um clima que favorece o convívio ao ar livre, isso faz todo o sentido. Mas há um detalhe que surpreende: muitos ainda consideram essencial ter um tanque de roupa.
Essa preocupação com os espaços externos e a funcionalidade dos ambientes reflete um estilo de vida que valoriza tanto a estética quanto a praticidade. Mas o que isso revela sobre as prioridades dos brasileiros que vivem em Portugal?
A conexão com a cultura de origem parece influenciar diretamente as decisões de design. Os clientes não estão apenas buscando beleza; eles desejam espaços que acolham suas tradições e hábitos, mesmo longe de casa. O que isso significa para o mercado de design português?
O desafio para designers como Erika é equilibrar essas expectativas com as tendências locais. Ela se vê na posição de adaptar seus projetos para atender a uma clientela que valoriza tanto o visual quanto a funcionalidade.
À medida que continuamos a explorar a interseção entre cultura e design, fica a pergunta: como as casas do futuro poderão refletir as identidades dos seus habitantes?
Para entender mais sobre as exigências da clientela brasileira e as tendências emergentes no design de interiores, não perca a oportunidade de ler o relatório completo na fonte.
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